29 de abril de 2011

O que os Olhos não sentem

Nos iludimos pensando ter sentimentos iguais.
Enquanto as palavras foram fortes, o coração ficou frágil.
Poderíamos ter feito muito mais, esse tempo todo não vendemos os nossos sonhos.

Esses olhos enxergam além do semblante triste, do que nunca vai mudar, do tempo perdido.


Agora busco razões para o que não se pode explicar, porque tudo o que era tão firme desabou.
Viemos do mesmo lugar achando que éramos iguais. Quando, na verdade, éramos um refúgio da dor.

                                                                    Minhas palavras não tem mais importância.